A gente só consegue defender manutenção quando mostra, em números, quanto o equipamento impacta o faturamento.
Primeiro, é preciso saber o quanto a torre (e sistemas auxiliares) sustenta da produção e quanto isso representa em dinheiro por dia.
A partir daí, fica claro quanto se deixa de faturar se a torre parar por alguns dias e se essa perda é maior ou menor do que o custo de manutenção ou até de substituição.
Sem esse cálculo, o pedido de orçamento vira chute: não dá para saber se o valor é alto ou baixo diante do que a empresa realmente gera.
Quando a gente conhece o retorno do equipamento e o ROI de cada real investido, a conversa com quem decide o orçamento se torna objetiva, técnica e muito mais fácil de aprovar.
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