O incêndio em torre de resfriamento pode acontecer, principalmente quando serviços de solda ou corte são feitos por profissionais que não conhecem o equipamento e não adotam os cuidados necessários, como o isolamento adequado dos materiais. Um reparo aparentemente simples, feito sem experiência com torres, é uma das maiores causas de sinistros graves nesse tipo de estrutura.
Como começa um incêndio em torre
Muitas torres têm enchimento de polipropileno, um material que cumpre bem a função de troca térmica, mas é combustível. Quando um serralheiro sem experiência com o equipamento faz uma solda ou um corte sem proteger e isolar a área, uma faísca basta para iniciar o fogo. A partir dali, o incêndio se alastra rápido pelos componentes internos e compromete toda a estrutura.
O problema quase nunca está na complexidade do serviço, e sim na falta de conhecimento sobre os riscos específicos da torre. Quem entende do equipamento sabe onde o calor pode se acumular e adota as barreiras e os cuidados corretos antes de acender o maçarico.
O prejuízo vai muito além da torre
Quando o incêndio acontece, o dano é grande. A torre precisa ser substituída, o que pode levar muitos dias, parando a produção ou deixando ambientes sem ar-condicionado. O resultado é insatisfação, perda de clientes e um custo total muito superior ao de ter contratado mão de obra qualificada desde o início.
Por isso, contratar profissionais especializados em serviços em torres de resfriamento é fundamental para evitar acidentes e prejuízos financeiros. O barato de um serviço improvisado costuma sair caríssimo.
Escolha sempre profissionais capacitados
Não corra o risco de um incêndio em torre por economizar em quem executa o serviço. Escolha sempre profissionais capacitados para trabalhar na sua torre de resfriamento e proteja o seu negócio contra perdas. Se precisar de apoio especializado, a JCT atende todo o Brasil. Fale com a gente 📞 (21) 2571-0058 / (21) 97584-6565.