A bacia da torre de resfriamento é um dos pontos críticos de perda de água no sistema.
Rachaduras, trincas, furos e falhas de montagem são problemas muito comuns e costumam gerar poças ao redor da torre que muitas vezes passam despercebidas por anos.
O método convencional de reparo, lixar a superfície e aplicar manta de fibra de vidro com resina, não resolve o problema de forma duradoura.
A bacia já está impregnada de umidade, o que impede uma boa ancoragem do material. Com o tempo, surgem bolhas e novas trincas, e o ciclo recomeça.
A abordagem correta começa com o uso de mastique de resina e fibra para fechar os furos e trincas existentes.
Em seguida, aplica-se um primer epóxi de alta espessura desenvolvido especificamente para superfícies úmidas.
O acabamento final depende da exposição da bacia: se há incidência solar, o ideal é o poliuretano; se a torre está abrigada, o epóxi convencional já é suficiente e mais econômico.
Tratar a bacia com o mesmo cuidado de uma piscina é o caminho para economizar água e garantir a eficiência contínua da torre de resfriamento.
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