Saber quando usar o abrandador é essencial sempre que a torre de resfriamento é alimentada por uma água que não vem da concessionária. Águas alternativas, como as de poço, costumam apresentar dureza elevada, com alta concentração de cálcio e magnésio, e precisam ser adequadas às condições mínimas de operação antes de circular pelo sistema. Ignorar esse passo é abrir caminho para incrustações e perda de eficiência.
Quando usar o abrandador na sua torre
A situação mais comum que exige o abrandador é o uso de água de poço. Essa água tende a ter dureza acima do recomendado, e ao passar pela torre deixa depósitos de carbonato que se acumulam em tubulações, enchimento e trocadores. Com o tempo, essas incrustações reduzem a troca térmica e forçam o sistema a trabalhar com maior consumo de energia.
O abrandador atua removendo a dureza da água, entregando ao sistema uma água dentro das condições mínimas de operação. Assim, os componentes ficam protegidos e o rendimento se mantém estável.
Abrandador não substitui o tratamento de água
Um ponto importante: usar o abrandador não dispensa a presença do tratador de água. São funções diferentes e complementares. O abrandador cuida da dureza; o tratamento de água controla corrosão, incrustação e proliferação microbiológica, protegendo o sistema como um todo e a saúde de quem convive com a instalação.
Boas práticas para adequar a água incluem:
- Analisar a qualidade da água de alimentação antes de operar;
- Instalar o abrandador quando a dureza estiver elevada;
- Manter o tratamento químico contínuo e monitorado;
- Acompanhar periodicamente os parâmetros da água em circulação.
Essa combinação garante que a torre opere longe dos problemas causados por incrustação e corrosão.
Precisa de ajuda para adequar a água ao seu sistema e definir se é hora de usar o abrandador? Converse com a JCT. Atendemos todo o Brasil em manutenção de torres de resfriamento. Fale com a gente pelo (21) 2571-0058 ou (21) 99399-9599. 📞