O vazamento em torre de resfriamento é um dos problemas mais comuns e, ao mesmo tempo, mais negligenciados na operação de sistemas de rejeição de calor. Água que escapa por onde não deveria significa desperdício de reposição, consumo extra de produtos de tratamento químico, corrosão acelerada da estrutura e, no limite, queda de rendimento térmico do processo. Identificar a origem cedo evita que uma pequena perda se transforme em parada não programada.
Principais causas de vazamento em torre
Na prática de campo, três origens respondem pela maior parte dos casos de vazamento em torre. A primeira são problemas no eliminador de gotas, componente responsável por reter as gotículas arrastadas pelo fluxo de ar. A segunda é o vazamento pela bacia, geralmente ligado a trincas, corrosão ou falha nas juntas de vedação. A terceira é a regulagem inadequada da boia da água de reposição, que provoca transbordamento quando o nível de operação fica acima do projetado.
- Eliminador de gotas danificado ou deslocado
- Bacia com trincas, furos ou vedação comprometida
- Boia de reposição fora de regulagem
Como prevenir com inspeções periódicas
A melhor defesa contra o vazamento em torre é a inspeção periódica. Verificar a integridade da bacia, o assentamento do eliminador de gotas e o ajuste da boia deve fazer parte da rotina de manutenção preventiva. Quando esses pontos são checados com frequência, pequenos desvios são corrigidos antes de gerar perda de água significativa ou dano estrutural.
É importante que inspeções periódicas sejam feitas no seu sistema para manter a eficiência e a segurança operacional. O acompanhamento constante também prolonga a vida útil dos componentes e reduz o custo total de operação ao longo do tempo.
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